Na indústria são muitos os fatores que concorrem para que as empresas sejam eficientes e se desenvolvam. Os tempos de paragem são certamente um dos fatores com mais influência na produtividade. A sua redução ao mínimo possível começa no projeto da máquina ou instalação industrial. Muitas vezes relegados para segundo plano, os cabos utilizados e a sua distribuição tem uma preponderância que não deve ser negligenciada.
 
> > Os cabos industriais e sua distribuição influenciam assim tanto os tempos de paragem?

Sabemos que sim! E os tempos de paragem, motivados por uma escolha inadequada das cablagens industriais, podem ter origem numa escolha deficiente do tipo de cabo para o ambiente e aplicação ou na organização e comprimento dos mesmos.



> > Como identificar qual o melhor tipo de cabo para a sua aplicação?

Em primeiro lugar é muito importante conhecer bem a aplicação e saber exatamente a que ambiente estará sujeito o cabo. Existem diversos tipos de cabos, quer ao nível do tipo de material, quer ao tipo de ligação. Consulte aqui a tabela que ilustra de forma simplificada e genérica as características dos diferentes tipos de cabos e as suas aplicações mais habituais.


> > E o comprimento? Conseguimos reduzir significativamente os cabos da instalação?

Sim é possível! Basta imaginar que é necessário interligar vários sensores a um controlador. Se utilizar uma caixa de distribuição/concentração de sinais, além de todo o trabalho de montagem, precisará de muitos cabos e a probabilidade de cometer erros é elevada. Então qual será a solução que para além de diminuir o número de cabos necessários e eliminar a caixa de distribuição ainda vai simplificar a eletrificação e manutenção do quadro elétrico de comando?

Um conceito de instalação centralizado é inimigo da produtividade. Todos os sinais convergem para o armário de controlo, sendo necessário recorrer a grandes réguas de bornes e a equipamentos de proteção e acionamento que dificultam a deteção e o diagnóstico de falhas.

Voltando aos cabos, com o conceito centralizado, é comum a utilização de cabos de sensores longos, que por diversas vezes ultrapassam 20 metros, sendo também habitualmente de comprimentos diferenciados porque é difícil estabelecer um padrão. Cabos grandes, maiores problemas, maiores tempos de paragem.




> > Qual é a alternativa?

Descentralizar. E há várias formas de o fazer, mas o resultado final será sempre menos bornes, menos relés, menos fusíveis e cabos mais curtos. Além do mais, no final, a manutenção e diagnóstico serão mais fáceis e, consequentemente, os tempos de paragem serão muito reduzidos.

Com os diversos módulos de campo IP67 da Murrelektronik (Cube67, Impact67 e MVK) instalados nas proximidades de sensores e atuadores, com proteção contra curto-circuito integrada, diagnóstico local e remoto e à prova de vibrações, colocar em prática o conceito descentralizado é o passo seguro a dar. A Murrelektronik, sempre muito direcionada para as soluções IP67, facilita essa evolução de forma surpreendente e acredita e trabalha para que no futuro não sejam necessários armários de controlo!




> > Então nunca devemos utilizar o conceito centralizado?

O conceito centralizado existe e não está errado. Devemos ter cuidado ao escolher a estrutura de rede industrial que melhor se adequa à aplicação. Se a máquina ou instalação é pequena, provavelmente um conceito centralizado pode ser o mais indicado e eficiente, mas se a dimensão da máquina ou instalação começa a ser um pouco maior, então sem dúvida que a opção certa passa por um conceito descentralizado.





 
Ainda assim, tem dúvidas? Fale connosco e nós ajudamos a especificar a melhor solução, sem compromisso!
 

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