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Formação Profissional
Gestão e operação de sistemas de monitorização em contínuo de emissões (SME/CEMS)
Num contexto de crescente exigência legal e ambiental, a correta monitorização em contínuo das emissões gasosas tornou-se uma prioridade para as organizações com responsabilidade industrial e ambiental. A implementação eficaz dos Sistemas de Monitorização em Contínuo de Emissões (SME/CEMS) é crucial para assegurar a conformidade com as diretivas europeias, nomeadamente a norma EN 14181, e garantir a fiabilidade dos dados reportados às autoridades competentes.
Duração
16 horas
Data
10 e 11 de março
Local
Aveiro - sede F.Fonseca
Horário
09h00 - 18h00
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Adicionar ao calendário 2026-03-10 09:00:00 2026-03-10 18:00:00 Europe/Lisbon Gestão e operação de sistemas de monitorização em contínuo de emissões (SME/CEMS)Num contexto de crescente exigência legal e ambiental, a correta monitorização em contínuo das emissões gasosas tornou-se uma prioridade para as organizações com responsabilidade industrial e ambiental. A implementação eficaz dos Sistemas de Monitorização em Contínuo de Emissões (SME/CEMS) é crucial para assegurar a conformidade com as diretivas europeias, nomeadamente a norma EN 14181, e garantir a fiabilidade dos dados reportados às autoridades competentes.
Aveiro - sede F.Fonseca
F.Fonseca
geral@ffonseca.com
2026-03-11 09:00:00
2026-03-11 18:00:00
Europe/Lisbon
Gestão e operação de sistemas de monitorização em contínuo de emissões (SME/CEMS)
Num contexto de crescente exigência legal e ambiental, a correta monitorização em contínuo das emissões gasosas tornou-se uma prioridade para as organizações com responsabilidade industrial e ambiental. A implementação eficaz dos Sistemas de Monitorização em Contínuo de Emissões (SME/CEMS) é crucial para assegurar a conformidade com as diretivas europeias, nomeadamente a norma EN 14181, e garantir a fiabilidade dos dados reportados às autoridades competentes.
Aveiro - sede F.Fonseca
F.Fonseca
geral@ffonseca.com
Investimento
395,00 € + IVA (almoço incluído)
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Formador
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Esta formação surge como resposta à necessidade de dotar os profissionais responsáveis pela operação, manutenção e gestão destes sistemas com conhecimentos técnicos sólidos, capacidade de interpretação da legislação aplicável e competências práticas para assegurar a qualidade dos dados recolhidos. Ao longo de dois dias intensivos, os formandos terão contacto com as principais tecnologias de análise, os procedimentos normativos obrigatórios e as boas práticas de operação e manutenção, consolidando competências essenciais à eficiência operacional e conformidade ambiental das instalações.
Objetivos
No final desta ação, os formandos deverão ser capazes de:
Objetivos
No final desta ação, os formandos deverão ser capazes de:
- Compreender os princípios de funcionamento e as diferenças entre os diversos tipos de sistemas de amostragem e tecnologias de análise de gases e partículas;
- Interpretar e aplicar corretamente a norma EN 14181, com especial foco nos níveis QAL1, QAL2, QAL3 e AST, garantindo a rastreabilidade e fiabilidade dos dados;
- Avaliar e implementar critérios de instalação e amostragem de acordo com a EN 15259, assegurando representatividade e segurança;
- Configurar e gerir sistemas de aquisição de dados (SAD/DAHS), incluindo normalização de dados e tratamento de falhas;
- Elaborar e aplicar planos de manutenção preventiva e corretiva, maximizando a disponibilidade dos equipamentos e minimizando tempos de inatividade;
- Diagnosticar e resolver anomalias comuns, adotando uma abordagem sistemática de troubleshooting técnico.
Destinatários
Esta formação destina-se a técnicos de instrumentação, engenheiros de ambiente e gestores de manutenção.
Conteúdos programáticos
1. Fundamentos e tecnologias de análise:
1.1.Tipos de sistemas de amostragem:
1.1.1. Sistemas Extrativos (Cold-Dry vs. Hot-Wet): vantagens, desvantagens e desafios da condensação.;
1.1.2. Sistemas In-Situ (Cross-Duct vs. Probe): medição direta na chaminé sem extração;
1.1.3. Sistemas de Diluição: aplicações específicas.
1.2. Tecnologias de análise de gases:
1.2.1. Infravermelho Não Dispersivo (NDIR): para CO, CO2, SO2;
1.2.2. Ultravioleta (UV): para NOx, SO2;
1.2.3. Quimioluminescência: o padrão de referência para NOx;
1.2.4. Ionização de Chama (FID): para Carbono Orgânico Total (COT/VOCs);
1.2.5. Paramagnético vs. Zircónio: medição de Oxigénio (O2).
1.3. Monitorização de partículas (poeiras):
1.3.1. Opacidade vs. dispersão de luz (Light Scattering).
2. O pilar legal – a Norma EN 14181:
2.1. QAL 1 (Certificação do Equipamento):
2.1.1. Cálculo da incerteza teórica;
2.1.2. Requisitos para a escolha do analisador (Certificação QAL1/MCERTS/TÜV);
2.1.3. Nota prática: como verificar se o equipamento que vamos comprar é adequado ao VLE (Valor Limite de Emissão).
2.2. QAL 2 (calibração e validação):
2.2.1. Processo de calibração paralela com laboratório acreditado (SRM - Standard Reference Method);
2.2.2. Cálculo da função de calibração e teste de variabilidade;
2.2.3. Periodicidade (geralmente a cada 3 ou 5 anos, dependendo da legislação local).
2.3. QAL 3 (Controlo de Deriva em Contínuo):
2.3.1. O dia-a-dia do operador;
2.3.2. Utilização de cartas de controlo (CUSUM ou Shewhart);
2.3.3. Procedimentos de verificação de Zero e Span;
2.3.4. Definição de "Manutenção" vs. "Ajuste" (quando atuar?).
2.4. AST (Annual Surveillance Test):
2.4.1. O "mini QAL2" anual para verificar se a função de calibração se mantém válida.
3. Requisitos de instalação e sistema de dados:
3.1. Localização e pontos de amostragem (EN 15259):
3.1.1. Critérios de homogeneidade de fluxo;
3.1.2. Distâncias a perturbações e acessos seguros (plataformas).
3.2. Tratamento da amostra:
3.2.1. Importância das linhas aquecidas (evitar perda de gases solúveis como SO_2 e NO_2);
3.2.2. Refrigeradores de gás (Gas Coolers) e bombas peristálticas;
3.2.3. Filtração primária e secundária.
3.3. Sistema de Aquisição de Dados (SAD/DAHS):
3.1.1. Normalização de dados (correção para pressão, temperatura, O2 de referência e base seca/húmida);
3.1.2. Cálculo de médias (semi-horárias, diárias);
3.1.3. Tratamento de indisponibilidades e manutenção.
4. Planos de manutenção preventiva e corretiva:
4.1. Periodicidade e tarefas típicas:
4.1.1. Diária:
4.1.1.1. Verificação de alarmes no SAD;
4.1.1.2. Verificação de caudais de amostra;
4.1.1.3. Verificação da temperatura da linha aquecida.
4.1.2. Semanal / Quinzenal:
4.1.2.1. Verificação automática de Zeros e Spans (QAL3);
4.1.2.2. Verificação de condensados no refrigerador.
4.1.3. Mensal:
4.1.3.1. Substituição de filtros (sonda e armário);
4.1.3.2. Inspeção visual das conexões;
4.1.3.3. Verificação das garrafas de gás padrão.
4.1.4. Semestral:
4.1.4.1. Teste de linearidade;
4.1.4.2. Limpeza ótica interna (se aplicável);
4.1.4.3. Substituição de diafragmas de bombas;
4.1.4.4. Teste de fugas (leak test).
4.1.5. Anual:
4.1.5.1. Substituição de peças de desgaste maior (lâmpadas UV/IR, conversores);
4.1.5.2. Acompanhamento do ensaio AST.
4.2. Gestão de peças de reserva (spare parts):
4.2.1. Lista de consumíveis críticos (filtros, vedantes, lâmpadas);
4.2.2. Gestão de gases de calibração (validade e certificação ISO 17025).
4.3. Resolução de problemas comuns (troubleshooting):
4.3.1. Diagnóstico de leituras instáveis;
4.3.2. Problemas de fluxo (entupimentos na sonda vs. avaria na bomba);
4.3.3. Derivas acentuadas no analisador.
Certificação
No final da formação será emitido um certificado de formação profissional pela F.Fonseca.
Formador
José Pereira
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