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Training
Jornadas de segurança em máquinas
Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos.
Duration
40 horas
Date
18, 19, 20, 28 e 29 de maio
Local
Aveiro - sede F.Fonseca
Schedule
09h00 - 18h00
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Adicionar ao calendário 2026-05-18 09:00:00 2026-05-18 18:00:00 Europe/Lisbon Jornadas de segurança em máquinas Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos. Aveiro - sede F.Fonseca F.Fonseca geral@ffonseca.com 2026-05-19 09:00:00 2026-05-19 18:00:00 Europe/Lisbon Jornadas de segurança em máquinas Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos. Aveiro - sede F.Fonseca F.Fonseca geral@ffonseca.com 2026-05-20 09:00:00 2026-05-20 18:00:00 Europe/Lisbon Jornadas de segurança em máquinas Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos. Aveiro - sede F.Fonseca F.Fonseca geral@ffonseca.com 2026-05-28 09:00:00 2026-05-28 18:00:00 Europe/Lisbon Jornadas de segurança em máquinas Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos. Aveiro - sede F.Fonseca F.Fonseca geral@ffonseca.com 2026-05-29 00:00:00 2026-05-29 00:00:00 Europe/Lisbon Jornadas de segurança em máquinas Num setor em rápida transformação, acompanhar as diretivas europeias de segurança é cada vez mais exigente e essencial. As normas evoluem, a tecnologia avança e qualquer falha pode ter consequências graves, desde sanções pesadas até riscos sérios para a saúde das pessoas.
As Jornadas de Segurança Máquinas surgem como uma oportunidade para passar da teoria à prática, dominando a legislação de forma aplicada e eficiente. O objetivo é ajudar a poupar tempo, reduzir custos, colocar máquinas no mercado com total confiança e melhorar as condições de segurança dos equipamentos. Aveiro - sede F.Fonseca F.Fonseca geral@ffonseca.com
Investment
795,00 € + IVA (almoço incluído)
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A SICK, líder mundial em componentes de segurança, alia tecnologia inovadora a uma participação ativa na definição das normas europeias. Esta iniciativa oferece uma perspetiva privilegiada, trazendo para o terreno o conhecimento dos especialistas que hoje moldam o futuro da segurança. Assim, os participantes adquirem as bases necessárias para tomar decisões corretas desde o início, evitando reconversões dispendiosas, soluções inadequadas e potenciais riscos ou prejuízos.
Objetivos
No final desta ação os formandos deverão ser capazes de:
Objetivos
No final desta ação os formandos deverão ser capazes de:
- Dominar o enquadramento legal, compreender as suas obrigações e saber como cumpri-las de forma eficaz;
- Afixar a marcação CE com confiança, integrando os requisitos essenciais logo na fase de projeto e na adequação dos equipamentos de trabalho;
- Gerir o risco de forma metódica, aplicando corretamente os conceitos para uma boa metodologia de apreciação, avaliação e redução de riscos;
- Selecionar e integrar a tecnologia adequada, construir máquinas intrinsecamente seguras e identificar e posicionar os dispositivos de proteção mais apropriados, de acordo com cada nível de risco.
- Destinatários
- Este programa foi concebido para profissionais que procuram soluções concretas e de aplicação imediata, nomeadamente:
- Responsáveis de projeto, conceção e construção de máquinas e linhas de produção.
- Integradores de sistemas de segurança e técnicos de automação.
- Responsáveis pela conformidade (marcação CE), bem como departamentos técnicos e de manutenção das empresas.
- Especialistas em segurança ocupacional e responsáveis pela aceitação de máquinas.
- Peritos de empresas de seguros.
Conteúdos programáticos
1. Legislação europeia e nacional:
1.1. A Diretiva Máquinas 2006/42 e sua transposição a direito interno:
1.1.1. Introdução e âmbito;
1.1.2. Definições: fabricante, representante autorizado, máquina e quase-máquina;
1.1.3. Campo de aplicação;
1.1.4. Comercialização e colocação em serviço de máquinas e quase-máquinas;
1.1.5. Normas harmonizadas e a sua relação com a presunção de conformidade no espaço comunitário europeu;
1.1.6. Evidências documentais: processo técnico de fabrico das máquinas e manuais de instruções;
1.1.7. Procedimento de avaliação da conformidade para máquinas;
1.1.8. Procedimento de avaliação para quase-máquinas;
1.1.9. Declaração CE de conformidade e declaração de incorporação - diferenças;
1.1.10. Marcação CE;
1.1.11. Orientações para o processo de colocação da máquina no mercado.
1.2. Introdução ao novo Regulamento Europeu (UE) 2023/1230:
1.2.1. Principais diferenças face à atual Diretiva Máquinas;
1.2.2. Modificação substancial de máquinas;
1.2.3. Inteligência artificial e cibersegurança aplicadas às máquinas.
1.3 Sistema de normalização:
1.3.1. As normas europeias, a sua estrutura e importância no processo de auto certificação;
1.3.2. Organismos e institutos europeus de normalização;
1.3.3. Tipos de normas;
1.3.4. Exercício prático de aplicação das normas, com uma abordagem ao panorama mundial;
1.3.5. A Diretiva dos Equipamentos de Trabalho - breve abordagem ao DL 50/2005 (disposições mínimas de segurança e de saúde aplicáveis aos equipamentos de trabalho).
2. Avaliação de risco e conceção de máquinas seguras, com abordagem à norma NP EN ISO 12100:2018:
2.1. Metodologia e estratégia para a apreciação, avaliação e redução de riscos;
2.2. Princípios de integração da segurança no projeto - conceção segura;
2.3. Medidas técnicas para separar as pessoas dos perigos;
2.4. Utilização prevista e má utilização razoavelmente previsível;
2.5. Exemplos de ferramentas para a avaliação de riscos;
2.6. Introdução à Parte 4 do relatório técnico ISO/TR 22100 - considerações sobre aspetos relacionados com a segurança das TI, com uma breve análise da evolução e sensibilização para fatores de cibersegurança.
3. Fiabilidade das partes dos sistemas de comando relacionadas com a segurança das máquinas:
3.1. Introdução à norma harmonizada NP EN ISO 13849-1:2015;
3.2. Introdução à segurança funcional, com exemplos;
3.3. Principais diferenças entre esta norma e a norma IEC 62061;
3.4. Identificação das funções de segurança;
3.5. Nível de Desempenho (Performance Level (PL)): PLr (requerido), arquiteturas (categorias), fiabilidade (MTTFd), cobertura de diagnóstico (DC), resistência a falhas de causa comum (CCF) e respetivas considerações para o processo;
3.6. Monitorização de dispositivos externos (EDM), a sua importância na cobertura de diagnóstico e impacto no PL final alcançado;
3.7. Breve introdução ao software relacionado com a segurança;
3.8. Utilização do método simplificado na quantificação dos índices das funções de segurança, com exemplos práticos;
3.9. Exclusão de falhas, distinção entre verificação e validação da função de segurança;
3.10. Princípios básicos de eficácia demonstrada, de acordo com a NP EN ISO 13849-2;
3.11. Evidências documentais geradas nesta fase do processo e a sua importância;
3.12. Exemplos práticos.
4. Protetores e respetivos dispositivos de encravamento:
4.1. Considerações gerais para a conceção de protetores destinados a proteger pessoas contra riscos mecânicos - características, aplicações e benefícios, com abordagem à norma ISO 14120:2015;
4.2. Tipos e meios de fixação;
4.3. Posicionamento de protetores a distâncias seguras, com abordagem às distâncias de segurança de acordo com a norma NP EN ISO 13857:2008;
4.4. Alcance de partes do corpo humano através de aberturas, por baixo e por cima dos protetores;
4.5. Orientação prática para a seleção do protetor ideal e respetivo posicionamento;
4.6. Dispositivos de encravamento para estruturas de proteção - tipos, aplicabilidade e conceitos, com abordagem à norma EN ISO 14119;
4.7. Manipulação de dispositivos;
4.8. Cuidados a ter com as ligações de contactos livres de potencial em série e o efeito de mascaramento (masking);
4.9. Comutadores de posição para fins de segurança - ação mecânica direta e ação de abertura positiva dos contactos.
5. Medidas complementares de segurança para máquinas:
5.1. Dispositivos de proteção sensíveis à pressão:
5.1.1. Princípios gerais para a conceção e verificação de membranas, pisos, barras e para-choques sensíveis à pressão, com uma breve abordagem à norma EN ISO 13856-1;
5.1.2. Diferenças entre as diversas tecnologias;
5.1.3. Cálculo de distâncias mínimas;
5.1.4. Considerações gerais.
5.2. Dispositivos de ação continuada para comando e habilitação:
5.2.1. Suspensão das funções de segurança;
5.2.2. O comando de habilitação de 3 posições e a sua adequada implementação na conceção da máquina, para efeitos de regulação, aprendizagem, mudança de processo, pesquisa de defeitos, limpeza ou manutenção;
5.2.3. Conhecimentos essenciais para a correta integração destes dispositivos, garantindo o cumprimento dos requisitos legais.
5.3. Dispositivos de acionamento bimanual - introdução à norma NP EN 574:1996 + A1:2008 (ISO 13851):
5.3.1. Definições, princípios gerais para a sua implementação e medidas de conceção para impedir a sua anulação;
5.3.2. Tipos de dispositivos e classificações dos comandos bimanuais;
5.3.3. Ação simultânea vs. ação sincronizada - quando utilizar cada uma;
5.3.4. Cálculo da distância mínima para posicionar um dispositivo de acionamento bimanual, com exercício prático;
5.3.5. Alterações introduzidas pela nova norma ISO 13855:2024 no posicionamento destes meios de proteção relativamente à aproximação do corpo humano.
5.4. Seleção do modo de comando ou de operação:
5.4.1. Abordagem à norma NP EN 60204-1:2017;
5.4.2. Exemplos de soluções tecnológicas disponíveis para satisfazer os requisitos essenciais da legislação atual e futura;
5.5. Paragem de emergência - introdução à norma EN ISO 13850:
5.5.1. Função, requisitos gerais, conceitos, aplicabilidade e montagem;
5.5.2. Considerações a ter em equipamentos desconectáveis;
5.5.3. O “campo de influência”, com uma breve referência às normas NP EN ISO 11161:2007 e NP EN ISO 12100:2010;
5.5.4. Categorias de paragem - diferenças entre elas e quais são permitidas para a função de paragem de emergência.
6. Dispositivos de proteção electro sensíveis (ESPE) e o seu posicionamento em função da velocidade de aproximação das partes do corpo humano - com abordagem às normas EN ISO 13855:2010 e IEC 62046:2018:
6.1. Princípios de funcionamento dos dispositivos mais utilizados;
6.2. Resolução ótica e fatores adicionais a considerar no projeto (“Cro” e “Crt”);
6.3. Principais diferenças entre as tecnologias AOPD e AOPDDR - qual utilizar, quando e porquê;
6.4. Distância mínima para posicionar os ESPE (barreiras optoelectrónicas, scanners, câmaras, etc.);
6.5. Tempo total de paragem - abordagem prática com demonstração em sala;
6.6. Fator de velocidade de aproximação das partes do corpo humano a utilizar e respetivas condições, incluindo exemplos práticos;
6.7. Dispositivos optoelectrónicos (ESPE) como medida técnica para reduzir o risco e variantes possíveis, considerando, por exemplo, zonas de trabalho, áreas perigosas e acessos;
6.8. Exemplos de cálculo da distância mínima da norma EN ISO 13855:2010, aspetos essenciais para a instalação de ESPE, com apresentação de exemplos e exercícios;
6.9. Estado da técnica atual - funções especiais como blanking fixo ou flutuante, muting e início automático de ciclo (PSDI);
6.10. Funções de rearme (“reset”) e de reinício (“restart”);
6.11. Considerações de montagem para evitar interferências entre dispositivos optoelectrónicos;
6.12. Limites a considerar na utilização de ESPE;
6.13. Principais diferenças entre a norma atual EN ISO 13850:2010 e a nova ISO 13850:2024 (o que irá mudar).
Certificação
No final da formação será emitido um certificado de formação profissional pela F.Fonseca.

Formador
Hernâni Rodrigues
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